Informativo Radioativo 02-04-2018


Bloco local

Agendamento de castração gratuita de cães e gatos começa hoje

O Hospital Veterinário do Recife (HVR), localizado no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste da capital, agenda castração gratuita de cães e gatos durante no mês de abril. O projeto da Prefeitura, juntamente com a Secretaria Executiva dos Direitos dos Animais (Seda), atenderá 50 animais por dia.

O agendamento pode ser feito a partir de hoje, segunda-feira (2), através do telefone 3355-8639 e 3355-9413, das 8h às 12h e das 14h às 17h, com encerramento na quarta-feira (4). Quando todas as cerca de mil vagas para o mês são preenchidas, a marcação é suspensa e o interessado deve voltar a ligar nos três primeiros dias úteis do mês seguinte.

Por conta da grande procura pela castração, a Seda pede que o público insista nas ligações, já que, em todo início de mês, as ligações ficam intensas e os ramais dos telefones ficam bastante ocupados. Desde outubro de 2013, a Seda já realizou mais de 17 mil castrações de caninos e felinos, machos e fêmeas.

Instruções:

Durante a marcação, os donos dos animais são orientados sobre o pré-operatório e sobre a documentação que precisa ser levada no dia da cirurgia do animal.

Na data agendada, os cachorros e gatos são avaliados pelos veterinários da Seda para saber se estão aptos a realizar a cirurgia. Eles precisam estar há 12 horas de jejum. As cadelas não podem estar no cio, gestantes ou amamentando. Os tutores precisam levar original e cópia da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. Depois da operação, os animais voltam para casa no mesmo dia.

Todos os cães e gatos castrados recebem um microchip para identificação individual. Através do número desse microchip, que é intransferível, é possível obter as informações do tutor do animal. Caso o bicho de estimação perca-se, é mais fácil localizar o responsável.

fonte: ne10

Novo “vice” do DP foi quem definiu a demissão dos jornalistas e impôs essa condição para assumir o cargo

Quando foi convidado para assumir o pomposo cargo de vice-presidente do Diário de Pernambuco, Pierre Lucena impôs uma condição aos sócios do grupo: a demissão de pelo menos 30 profissionais com os maiores salários como forma de enxugar a empresa e, a partir daí, tentar recuperar o déficit mensal do jornal. O empresário Alexandre Rands não só aceitou como deu carta branca ao novo diretor que foi contratado com um salário de mais de R$ 25 mil, segundo apurou o blog.

Vaidoso, chegou a ter um blog de política nos bons tempos de Eduardo Campos. Ele era reitor da Faculdade Guararapes e não resistiu a tentação de ir para o jornal apenas para ter mais poder e prestígio. Ele já se aventurou como marqueteiro político de algumas campanhas, mas desistiu logo cedo. Seu colega de “consultoria” era o jornalista Marcos Bahé, que mantinha o blog Acerto de Contas e, nas horas vagas, assessorava o ex-governador. Bahé, hoje, é dono de uma grande agência de publicidade com contratos milionários com o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife.

Lucena assumiu no dia 12 de março a vice-presidência comercial e de marketing do Grupo R2 de Comunicação, que tem o Diario de Pernambuco, a Rádio Clube FM, a Rádio Clube AM, e o Pernambuco.com. O clima com a chegada do “novo executivo”, que foi contra o “golpe” mas se aproximou, e muito, do ministro da Educação, Mendonça Filho, foi o pior possível e nada indica que vá melhorar.

Ele nunca chamou os mais antigos jornalistas do Diario de Pernambuco para uma conversa e se acha o “dono do mundo”, disse uma fonte da redação do jornal. A mesma fonte define o clima na redação nessa quinta feira como “o pior possível”. O Blog deixou dois recados para a secretaria de Lucena mas ele ainda não retornou. O Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco prometeu uma nota criticando as demissões.

Fonte: blog ricardoantunes.com.br

Teatro Valdemar de Oliveira está pronto para receber espetáculos

Sede do Teatro de Amadores de Pernambuco, o Teatro Valdemar de Oliveira, no bairro da Boa Vista, foi crucial na irradiação da cultura pernambucana, recebendo espetáculos que marcaram época, de grupos consagrados e também muitos iniciantes. Fechada desde 2015 por questões estruturais, a edificação passou por uma série de ajustes, fruto de esforços coletivos e principalmente da dedicação dos descendentes do ator e diretor que dá nome ao espaço, e está pronto para voltar a receber espetáculos.

O Teatro Valdemar de Oliveira, localizado na Praça Oswaldo Cruz, 412, na Boa Vista, cerrou as portas em 2015, muitos acharam que chegava ao fim mais um capítulo da vida cultural da cidade. O prédio, inaugurado em 1971, foi um dos mais movimentados da capital pernambucana. A ordem para encerrar as atividades veio por parte do Corpo de Bombeiros, que identificou o não cumprimento de 15 itens irregulares no sistema de contra incêndios e rotas de fuga.

Em seguida, o Ministério Público também notificou o teatro por deixar a desejar no quesito de acessibilidade. O prédio, de fato, não passava por adequações profundas desde 1980, quando foi reconstruído após um incêndio consumir a edificação.

Com o início das obras, outros problemas, como a precariedade dos camarins e questões ligadas à estrutura foram aparecendo. Foi então que Yeda, Tiana Santos, Pedro Oliveira e Patrícia Lobo, todos descendentes do fundador Valdemar de Oliveira, assumiram a direção do Teatro foram atrás de doações e parcerias.

Elaboraram o projeto “Dê a Mão ao Teatro de Amadores de Pernambuco”, que além de apresentações eventuais – autorizadas pelo Corpo de Bombeiros –, venda de livros e materiais ligados à memória do Teatro de Amadores, também contava com o apoio de empresas e de pessoas físicas que queriam ver o espaço reaberto. Dessa forma, conseguiram nova iluminação, materiais para reformar os banheiros, condicionadores de ar e até seguro para o teatro.

REABERTURA

Apesar de ainda necessitar de alguns reparos, o teatro já está apto a receber espetáculos. Com alvará dos bombeiros em mãos, Yeda e Tiana querem que a classe artística volte a ocupar o espaço e que a região volte a ser um celeiro de talentos.

Diante da carência de palcos na cidade, a reabertura do Teatro Valdemar de Oliveira é um alento. E já há pauta marcada: a peça Menina Bruno, do Grupo Itinerante, que integra o 2º Festival Transborda de Cultura Sem Gênero, dias 7 e 14.

Fonte: jc online

Palco Giratório inicia temporada em Pernambuco nesta segunda

A partir de hoje, a vigésimo primeira edição do Palco Giratório, um dos maiores projetos de artes cênicas do país, tocado pelo Sesc, inicia sua temporada em Pernambuco, que vai até o mês de outubro. Nesta primeira etapa, de 2 a 28 de abril, passará pelas unidades do Sesc de Santo Amaro e Casa Amarela, no Recife, além do município São Lourenço da Mata e de outros espaços da capital pernambucana, como o Mercado de Casa Amarela, onde se inicia esta temporada.
O estado vai receber nove grupos dos 20 selecionados pela curadoria nacional. Entre eles, dois pernambucanos estão entre os que circularão por todo o país: Como Manter-se Vivo?, de Flávia Pinheiro, e Segunda Pele, do Coletivo Lugar Comum. Pernambuco assistirá a 29 apresentações deste circuito nacional.

A programação, ao longo do ano, levará ações de intercâmbio artístico ao Recife e aos municípios de São Lourenço da Mata, Goiana, Surubim, Caruaru, Garanhuns, Belo Jardim, Arcoverde, Pesqueira, Buíque, Triunfo, Bodocó e Petrolina. O público poderá ainda conversar sobre o processo de composição e criação com os atores ao término de cada apresentação.

Neste ano, o Circuito Especial do Palco Giratório tem como homenageado o Palhaço Biribinha, Patrimônio Vivo da Cultura Alagoana. Encenado por Teofánes Antônio Leite da Silveira, e Patrimônio Vivo da Cultura Alagoana. Ele tem histórico de engajamento e resistência para com as artes circenses no Brasil.

Abertura
A abertura do Palco Giratório, nesta segunda (2), começa cedinho, às 8h, no Mercado de Casa Amarela, com a intervenção urbana Contato Sonoro, realizada por Flávia Pinheiro. A performance integra o repertório de circulação nacional e utiliza ações básicas do cotidiano para priorizar o toque e os micromovimentos. O intuito é permitir que cada indivíduo estabeleça uma relação única com o som ao entrar no jogo cênico.
Também na segunda (2), às 15h, o Teatro Capiba (Sesc Casa Amarela), recebe o espetáculo Meia Noite, com o bailarino Orun Santana. O solo indaga questões ligadas ao corpo, explorando a capoeira como motivador da dança. Logo em seguida, acontece o Pensamento Giratório, espaço para discussão sobre o trabalho dos artistas com Flávia Pinheiro e Orun Santana.

Fonte: Portal Poraqui.news

Semana de Saúde em defesa do SUS

21 pessoas representantes de 14 coletivos de movimentos sociais decidiram fazer a Semana da Saúde de 02 a 07 de abril de 2018 em defesa do SUS. Essas pessoas entendem que a atual fase do golpe perpetrado em março de 2016 contra a democracia, o direito à saúde, e os demais direitos sociais, exige ação articulada, integrada, e próxima de onde as pessoas residem. É preciso ajudar a fortalecer categoriais profissionais como a dos ACS e ACE, visivelmente ameaçados com o temeroso golpe na atenção básica. É preciso defender a saúde mental da exploração mercantil travestida de comunidade terapêutica. A ação política precisa ser articulada, política e educativa contra a violência que grupos fascistas estão executando contra lideranças, como Marielle Franco, e ameaçando outras, como a caravana de Lula. Ação política, articulada e educativa pela vida, pela saúde e em defesa do SUS!!! PARTICIPE!!!

 

Bloco Nacional

Após decisão de Barroso, presos na Operação Skala são soltos em São Paulo

Foram soltos no sábado 31 de março, em São Paulo nove presos na Operação Skala. A libertação se deu após decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal.

Entre os presos estavam dois amigos do presidente Michel Temer – o advogado José Yunes, ex-assessor especial da Presidência da República, e João Baptista Lima Filho, ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo.

Nove dos presos estavam desde quinta-feira (29) na sede da Policia Federal em São Paulo e uma no Rio, a empresária Celina Torrealba, uma das donas do Grupo Libra. Ela deixou a cadeia de Benfica durante a madrugada.

Deixaram às 23h50 deste sábado a prisão na sede da Policia em São Paulo após o ministro Barroso expedir o alvará de soltura:

José Yunes, advogado, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer;

Antônio Celso Grecco, empresário, dono da empresa Rodrimar;

João Batista Lima, ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo e amigo de Temer;

Wagner Rossi, ex-deputado, ex-ministro e ex-presidente da estatal Codesp;

Milton Ortolan, auxiliar de Wagner Rossi;

Eduardo Luiz de Brito Neves, proprietário da MHA Engenharia;

Maria Eloisa Adensohn Brito Neves, sócia nas empresas MHA Engenharia e Argeplan;

Carlos Alberto Costa, sócio fundador da Argeplan e ex-sócio da AF Consult Brasil;

Carlos Alberto Costa Filho, sócio da AF Consult Brasil

Os presos em São Paulo saíram juntos. Eles abriram mão de fazer o exame de corpo de delito para poderem ser liberados mais rapidamente.

A operação foi deflagrada dentro do inquérito que investiga se empresas do setor portuário, em especial a Rodrimar, pagaram propina para serem beneficiadas com um decreto presidencial assinado por Temer. O presidente nega qualquer irregularidade no decreto.

Fonte: Portal G1

Uma nova tentativa para julgar os torturadores da ditadura brasileira

Na última terça-feira o Ministério Público Federal denunciou – acusou formalmente perante a Justiça – o policial civil Walter Lang, o delegado Cyrino Francisco de Paula Filho e o investigador Dirceu Gravina pelo sequestro de Aylton Adalberto Mortati em 4 de novembro de 1971. “(Eles) privaram e ainda privam ilegalmente a vítima de sua liberdade até a presente data, mediante sequestro cometido no contexto de um ataque estatal sistemático e generalizado contra a população”, diz o texto da denúncia.

Trata-se da trigésima segunda denúncia penal no gênero no país, parte de um esforço para apurar e julgar os crimes cometidos na ditadura e tentar pressionar, no Judiciário, por uma mudança de interpretação e de alcance da Lei da Anistia, de 1979. A legislação, que impede a responsabilização de pessoas por crimes de motivação política entre 1961 e 1979, segue sendo aplicada para encerrar boa parte das ações pedidas pelos procuradores, apesar da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos de 2011, ao qual o Brasil é signatário, que obriga o país a investigar e punir os crimes. As ações muitas vezes também são bloqueadas ignorando a própria jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de desaparecimentos forçados – trata-se de um crime permanente e, portanto, fora do escopo da Lei da Anistia.

O Supremo agora é a única esperança de que o panorama, que faz do Brasil o mais atrasado na matéria entre seus vizinhos vítimas de ditadura, avance. Para isso, o tribunal, que reafirmou a validade da Lei da Anistia em 2010, teria que voltar ao tema. Para tal a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em 7 de fevereiro, pediu ao STF que reabra o caso do ex-deputado Rubens Paiva, morto pelo regime em 1971, e insistiu que o Supremo trate o tema como “prioridade” e rediscuta o alcance da anistia.

Em 2014, o MPF acusou cinco militares pelos crimes de homicídio doloso, ocultação de cadáver, associação criminosa armada e fraude processual. Um juiz aceitou a denúncia e abriu a ação. Mas quando os cinco estavam prestes a se sentar no banco dos réus, a defesa dos militares conseguiu uma liminar no STF congelando tudo por conta da Lei da Anistia.

A decisão provisória foi concedida pelo então ministro do STF Teori Zavascki, em 2014, e essa liminar é justamente o alvo do pedido de Dodge. Ela quer que haja uma decisão definitiva sobre o caso e que a Corte “reflita” sobre a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre a Guerrilha do Araguaia que, em 2011, determinou que o Brasil deve processar os acusados pelos crimes cometidos na ditadura.

Os esforços não estão sendo feitos só na área penal. Ações cíveis também estão sendo movidas para esclarecer a responsabilidade do Estado por violações graves às populações indígenas durante a ditadura. Um dos casos é a tortura e prisão de integrantes do povo Krenak, em Minas Gerais. Segundo a subprocuradora-geral da República, Luiza Cristina Fonseca Frischeisen: “As ações são uma forma de prestar contas para as vítimas e suas famílias. Fazer as investigações e fazer as denúncias é também cumprir esse papel de memória e verdade. Trazer para a história o que aconteceu.”

fonte: el país

Supremo Tribunal Federal julga nesta semana habeas corpus preventivo de Lula

O plenário do Supremo Tribunal Federal deve julgar na quarta-feira (4) o habeas corpus preventivo com o qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer evitar sua prisão após condenação pela segunda instância da Justiça Federal no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Os 11 ministros que compõem a Corte devem agora entrar no mérito do pedido de liberdade de Lula, que não foi abordado no julgamento iniciado em 22 de março, quando o ex-presidente ainda tinha um recurso pendente de julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre.

As cinco horas da sessão plenária daquele primeiro dia de julgamento foram dedicadas somente à discussão sobre o cabimento ou não do habeas corpus de Lula, que acabou sendo aceito por sete votos a quatro. Na ocasião, foi concedida, por seis votos a cinco, uma liminar ao ex-presidente para garantir sua liberdade até a análise final do habeas corpus, no dia 4 de abril.

Discussão de mérito

Ao entrar no mérito, a questão de fundo a ser discutida pelo plenário do Supremo será a possibilidade de execução provisória de pena por condenado em segunda instância, mesmo que ainda existam recursos contra a condenação pendentes de análise em tribunais superiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou o próprio supremo Tribunal Fedearl.

As expectativas estarão voltadas em grande medida para a ministra Rosa Weber, que é contra a execução provisória de pena, mas que por outro lado tem respeitado, ao longo dos últimos dois anos, o entendimento que prevalece até o momento no STF, de permitir a prisão de condenados mesmo que ainda caibam recursos a instâncias superiores.

O voto de Rosa Weber pode ser decisivo diante do impasse que o tema vive hoje na Corte. Cinco ministros defendem e aplicam monocraticamente a tese de que condenados em segunda instância só devem começar a cumprir pena após o trânsito em julgado, quando se encerram todos os recursos possíveis. São eles Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes e o decano, Celso de Mello.

Os outros cinco ministros – Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Luiz Fux – têm até agora se posicionado a favor de que o condenado possa ser preso quando se esgotam as apelações em segunda instância. A expectativa é de que mantenham a posição e votem contra o habeas corpus preventivo de Lula.

Também pode ser decisiva para Lula a presença ou não de Gilmar Mendes no julgamento. O ministro votou favoravelmente ao ex-presidente na aceitação do habeas corpus, no dia 22, mas por uma questão de agenda pode não estar presente na apreciação do mérito do pedido de liberdade.

Fonte: Agencia Brasil EBC

Pará: Novo relatório atesta contaminação de rios e igarapés pela Hydro Alunorte

Rios e igarapés que serpenteiam o município de Barcarena, no Pará, estão contaminados por metais tóxicos de efluentes da lama vermelha de uma das bacias da empresa Hydro Alunorte. Este foi o resultado do segundo relatório técnico apresentado esta semana pelo Instituto Evandro Chagas (IEC).

A análise feita nas águas do rio Pará chamou a atenção do químico Marco Marcelo Oliveira Lima, pesquisador em Saúde Pública da Seção de Meio Ambiente do Instituto. Foram encontrados altos níveis de alumínio, apesar do grande volume de água do rio.

Lima afirma que o rio Pará é um dos mais estudados pelo Instituto Evandro Chagas ao longo de anos e destaca que nunca se apresentaram resultados com níveis tão elevados como se observou nesta última análise.

As amostras de água também foram coletadas nos rios Murucupi, Arienga, Arapiranga e Guajará do Beja, além dos igarapés Curuperê, Dendê e de um igarapé que é afluente do Tauá. O instituto também coletou amostras de lama dentro da empresa e na estrada PA-481, após o tombamento de um caminhão no dia 22 de fevereiro, que levava rejeitos químicos da Hydro. As coletas foram feitas entre os dias 25 de fevereiro e oito de março.

No rio Murucupi, nas amostras coletadas no trecho entre a comunidade Vila Nova e as nascentes, foram encontrados alumínio, ferro, arsênio, cobre, mercúrio e chumbo acima do que prevê a legislação. Lima recomenda que as águas do rio não sejam usadas para o consumo humano, recreação ou pesca. Ele ainda ressalta que os relatórios apresentados pela empresa Hydro sobre os rios e igarapés do entorno são “falhos e insuficientes”.

Diante de novos resultados, o Instituto Evandro Chagas recomenda que a empresa continue fornecendo água potável para as comunidades impactadas até o final do período de chuvas na região.

Fonte: Agencia Pulsar e Brasil de fato

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